Ministro da Justiça cita aproximadamente 200 prisões e apreensão de 40 ônibus: 'Isso é terrorismo, é golpismo', diz Dino sobre atos terroristas contra sedes dos três poderes

Ministro da Justiça disse ainda que terroristas 'não conseguirão destruir a democracia' no país.

Ministro da Justiça cita aproximadamente 200 prisões e apreensão de 40 ônibus: 'Isso é terrorismo, é golpismo', diz Dino sobre atos terroristas contra sedes dos três poderes
O ministro da Justiça, Flávio Dino, deu entrevista coletiva sobre os atos terroristas em Brasília neste domingo (8) — Foto: Reprodução

O ministro da Justiça, Flávio Dino, disse em entrevista coletiva que os atos de vândalos bolsonaristas em Brasília neste domingo (8) são "terrorismo" e "golpismo".

"Isso é terrorismo, é golpismo. Temos a certeza de que a imensa maioria da população não quer a implementação dessas trevas", afirmou Dino.

O ministro afirmou ainda que os terroristas não destruirão a democracia.

"Não conseguirão destruir a democracia brasileira. É preciso dizer isso cabalmente, com toda firmeza e convicção", completou.

Dino disse ainda que "criminoso será tratado como criminoso".

Governo do DF dizia que segurança era 'adequada'

Dino relatou que o governo do Distrito Federal, em reuniões preparatórias, dizia que a segurança para este domingo (8) era "adequada" e que a situação estaria "sob controle".

"Havia por parte do governo do Distrito Federal uma visão de que a situação estaria sob controle", afirmou Dino.

"O governador Ibaneis, com toda certeza, ao efetuar um pedido de desculpas públicas ao chefe dos poderes da União, está reconhecendo que algo deu errado nesse planejamento. E quero crer que o senhor governador vai apurar as responsabilidades em relação àqueles que não cumpriram seus deveres constitucionais", continuou o ministro da Justiça.

Presos

Dino disse ainda que 200 pessoas já foram presas em flagrante e que as prisões podem continuar ao longo da noite. Segundo o ministro, a situação de flagrante permanece mesmo os terroristas já tendo deixado a Praça dos Três Poderes.

Fonte: g1